quinta-feira, 10 de abril de 2014

Dica de Sustentabilidade – Questione, envolva-se e mude!

O ditado popular já diz: “Uma andorinha só não faz verão”. Por mais persistência e motivação que se tenha, fica mais difícil promover mudanças sozinho.
As redes sociais dão bons exemplos de como boas ideias, quando compartilhadas com outras pessoas, podem transformar relações, visões e pensamentos.
E é assim que o mundo vai girando. Quanto mais pessoas estiverem engajadas em um projeto, maiores serão as chances de colocá-lo em prática. O segredo é dar o primeiro passo!
Confira abaixo algumas dicas e influencie mudanças positivas!



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Campanha Adote uma Árvore

A partir de 8 de abril será lançada a campanha “Adote uma Árvore” 2014, em que os 21 municípios coautores do programa vão retomar o incentivo a suas populações adotarem árvores, que serão plantadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs). A novidade deste ano é que qualquer cidade brasileira poderá participar do projeto.
O Adote uma Árvore é realizado pela Associação Barco Escola da Natureza e coordenado por um de seus voluntários, Genaro Santos do Lago. “Com o programa, a sociedade vai se engajar na luta pelas causas ambientais adotando uma árvore por meio de um cadastro em um site. Os municípios vão se unir e divulgar a importância de suas populações participarem, informando como o projeto irá ajudar o meio ambiente através da recuperação das APPs da região”, afirma Lago, o idealizador do programa.


terça-feira, 8 de abril de 2014

Brasileiros investem em geradores de energia e pensam em economia

Produzir a própria energia está se tornando um bom negócio no Brasil. É possível ter bons descontos ou mesmo deixar de pagar a conta de luz.

Produzir a própria energia está se tornando um bom negócio no Brasil. Já tem gente ganhando desconto na conta de luz. Se a fonte for limpa e renovável, como o sol ou o vento, é possível ter excelentes descontos ou mesmo deixar de pagar a conta de luz.
Isso é possível no Brasil desde o ano passado, quando a Aneel regulamentou as regras da Microgeração Distribuída de Energia.
Quem instalar, por exemplo, placas fotovoltaicas ou aerogeradores no telhado ou no quintal de casa, e produzir em algum momento mais energia do que consome, poderá fornecer o excedente para a distribuidora local.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Planeta Terra pode entrar em colapso devido à falta de recursos naturais

Estudo da NASA prevê em tom de alerta que a escassez de água, energia e atividade agrícola coloca em risco a permanência das civilizações, principalmente a atual.

Sociedades organizadas em torno de uma cultura sofisticada geralmente precisam de uma grande quantidade de recursos para se manter, sendo consideradas por cientistas como frágeis e constantes. É o caso da civilização do século 21, que necessita destes bens para existir. Porém, alguns fatores como esgotamento destes elementos, aumento da população e as mudanças climáticas podem provocar o desaparecimento desses povos, assim como ocorreu com impérios Romanos e Mesopotâmicos. Esta foi a constatação de uma pesquisa recente publicada pela NASA (agência americana de estudos tecnológicos).

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Uso de telhado verde pode reduzir impactos de ilhas de calor

O uso do telhado verde pode ser um instrumento importante para reduzir os impactos de ilhas de calor formadas especialmente em grandes centros urbanos, indica estudo da Universidade de São Paulo (USP). Ao comparar dois prédios da capital paulista, um com área verde e outro com laje de concreto, o geógrafo Humberto Catuzzo verificou que a temperatura no topo do edifício com jardim ficou até 5,3 graus Celsius (°C) mais baixa. Também houve ganho de 15,7% em relação à umidade relativa do ar.
“Se imaginarmos que está fazendo 25°C no prédio com telhado verde e, no de concreto, 30°C, isso faz uma grande diferença dentro daquele microclima”, disse o pesquisador e autor da tese de doutorado com esse tema. Catuzzo destacou que não é possível definir exatamente o impacto que a iniciativa teria, se fosse expandida, mas observou que as diferenças de temperatura e umidade constatadas na experiência foram muito significativas. “Poderia melhorar a questão climática ou ambiental daquela região central”, ressaltou. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Supermercado usa o próprio lixo para fazer compostagem


As redes de supermercados são as responsáveis por gerar a maior quantidade de lixo orgânico. Boa parte deste material é descartado nos aterros sanitários sem passar por qualquer processo de separação ou reciclagem. Uma das grandes redes no Rio de Janeiro, decidiu investir em um programa para transformar o lixo gerado em suas lojas em adubo orgânico.
O lixo orgânico é aquele resíduo de origem vegetal ou animal, como restos de alimentos (carnes, vegetais, frutos, cascas de ovos). Em seu processo de decomposição, esse lixo produz o chorume, um líquido viscoso que pode provocar contaminação de ambientes naturais como solo e águas.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Danos causados pelas mudanças climáticas são “severos e irreversíveis”, afirma IPCC

Além disso, até 2050, o relatório prevê o alastramento de doenças devido às temperaturas extremas e baixa disponibilidade de comida; sendo assim, uma guerra civil poderá acontecer.

Liderado pelo cientista Chris Field, o segundo grupo de trabalho responsável pela produção do 5º Relatório de Avaliação (AR5), do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês), publicou os resultados de seus estudos nesta segunda-feira (31/03), em Yokohama, no Japão. Assim como as prévias divulgadas na semana passada, o documento ressalta que as alterações de temperatura deverão causar “efeitos severos e irreversíveis” por todo o planeta, nos campos de recursos hídricos, segurança alimentar e extinção de espécies.
Avaliando os perigos a que a vida no planeta Terra está exposta, os cientistas acenam com a possibilidade de que os danos podem ser reduzidos e administrados através de adaptação e mitigação das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), principais substâncias provocadoras do aquecimento global. De acordo com o AR5, caso nenhuma medida de conservação seja implementada, as perturbações da temperatura afetarão especialmente as pessoas mais pobres, pois, suas fontes de sustento serão degradadas.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Tijolo de isopor: um benefício para a sustentabilidade na construção civil

O isopor chama a atenção das áreas de construção civil por oferecer diversos benefícios, além de diminuir o valor final da obra para empreiteiros e consumidor final.

A busca por novos materiais que consigam equilibrar economia e menos impactos ao meio ambiente chega a diversos setores, sendo uma das áreas, que nos últimos anos, vêm investindo cada vez mais em sustentabilidade e novas tecnologias é a construção civil.
O isopor utilizado na construção civil, da classe D, vem baratear o custo das obras, em especial da construção de lajes, em até 20% no valor total, segundo fontes do Portal do Arquiteto. Por ser mais leve que o tijolo convencional de concreto, o EPS diminui o uso de 50% de ferragens e de 35% de cimento. Ao contrário da maioria dos materiais e produtos com selo sustentável que em geral acabam por encarecer o custo final dos projetos.

sexta-feira, 28 de março de 2014

OMS: Poluição do ar mata cerca de 7 milhões de pessoas por ano

Dados apresentados esta terça-feira, 25, confirmam que má qualidade do ar é líder ambiental em riscos para a saúde; doenças do coração, derrames e obstrução crônica do pulmão são as principais consequências da poluição.
A Organização Mundial da Saúde calcula que uma a cada oito mortes no mundo é causada pela exposição ao ar poluído. A nova estatística da agência da ONU foi apresentada esta terça-feira em Genebra.

Em 2012, cerca de 7 milhões de pessoas morreram devido à poluição do ar, duas vezes mais do que as estimativas anteriores. Segundo a OMS, esta é a principal causa ambiental de riscos à saúde.

Leia mais clicando aquihttp://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2014/03/traffic_cars_pollution.jpg

quarta-feira, 26 de março de 2014

Saiba como funciona a logística reversa de pneus

Como reaproveitar e dar destino final correto para os quase 70 milhões de pneus fabricados anualmente no Brasil?

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (estabelecida pela lei 12.305 de 2/08/2010), a logística reversa pode ser definida como “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.
Ou seja, a logística reversa faz com que a indústria que produz o material consiga recolhe-lo e reutiliza-lo dentro do seu ciclo produtivo.
Quando falamos de pneus, somente no Brasil são fabricados anualmente cerca de 70 milhões de unidades. Pela resolução do CONAMA nº 258/99, os fabricantes e importadores de pneus devem coletar e dar destinação final aos pneus. Além disso, os distribuidores, revendedores, reformadores e consumidores finais são corresponsáveis pela coleta dos pneus usados. Sendo assim, as oficinas que fazem a venda de pneus devem recolher os pneus que os consumidores estiverem trocando.

terça-feira, 25 de março de 2014

Plano de gerenciamento de resíduos sólidos na construção civil


A Política Nacional de Resíduos Sólidos(Lei 12.305/2010) prevê que, na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. Também pressupõe para a sua consecução o planejamento, através da elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), que deve conter, dentre outros elementos: um diagnóstico dos resíduos sólidos gerados ou administrados, com descrição da origem, o volume e a caracterização dos resíduos, incluindo os passivos ambientais a eles relacionados; descrição dos responsáveis por cada etapa do gerenciamento, com definição dos procedimentos operacionais sob a responsabilidade de cada gerador, identificando as soluções consorciadas ou compartilhadas com outros geradores e ações preventivas e corretivas a serem executadas em situações de gerenciamento incorreto ou acidentes.
Leia mais clicando aquihttp://revistavisaojuridica.uol.com.br/advogados-leis-jurisprudencia/81/plano-de-gerenciamento-de-residuos-solidos-na-construcao-civil--296586-1.asp

sexta-feira, 21 de março de 2014

Sustentabilidade Social – Ações Sociais Sustentáveis

Quando se fala em Sustentabilidade, as pessoas normalmente pensam, apenas, na preservação do meio ambiente e dos espécimes em extinção. Na verdade, a sustentabilidade vai muito além disso, pois abrange um conceito mais ampliado, que insere também a figura do homem e, consequentemente, sua preservação. Para isso, surgiu o conceito de sustentabilidade social, que se preocupa em promover ações voltadas para o resgate da cidadania da pessoa humana, garantindo seus direitos universais: saúde, educação, moradia, trabalho, etc. Para um processo sustentável, o bem-estar do homem é objetivamente necessário, pois é ele o principal responsável por implementar as demais ações de sustentabilidade que garantirão o futuro para a sua e para as novas gerações.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Mobilidade Urbana movimenta US$ trilhões e é território fértil para corrupção no mundo todo.


Volta e meia há indícios de corrupção envolvendo as licitações dos  sistemas de transportes no Brasil, muitos deles acabam se confirmando, alguns são arquivados  por falta de provas, outros  resultam  na paralisação da construção da obra, com prejuízo direto para a população. No entanto, o que se observa é que não há punição para os envolvidos , empresas continuam fazendo negócios com os governos ou em PPP’s e pessoas  seguem por aí trabalhando em governos, nas empresas ou em consultorias privadas.

O  Banco Mundial estima que US $ 1 trilhão é pago anualmente em subornos a funcionários públicos. Só na África, US$ 148 bilhões  são desviados anualmente de acordo com a International Tranparency ( Transparência Internacional), um grupo global sem fins lucrativos que rastreia corrupção no mundo todo.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Embalagens sofisticadas


Setor investe em inovação para oferecer produtos com mais qualidade, segurança e conveniência para o consumidor
YURI VASCONCELOS | Edição 208 - Junho de 2013
Uma nova embalagem plástica para o acondicionamento de frutas e hortaliças composta de uma bandeja reciclável e uma base articulada e retornável recebeu no início deste ano o IF Design Award 2013, um dos principais prêmios internacionais de qualidade e excelência em desenho industrial. A concepção e o projeto foram do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), do Rio de Janeiro, que recebeu a premiação promovida pelo IF Internacional Fórum Design, organização com sede em Hannover, na Alemanha. A embalagem é uma solução para combater o desperdício que no Brasil gira em torno de 40% das frutas e hortaliças, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). São alimentos que não chegam à mesa do consumidor principalmente porque embalagens inadequadas causam danos e não preservam a integridade desses produtos. As geometrias das bandejas do INT são variadas, resultado do escaneamento em 3D com câmeras especiais que determina a melhor condição de armazenamento para os diferentes tipos e calibres de frutas contempladas pelo projeto: caquis, mangas, morangos e mamões.
A base, que se dobra e arma com um simples movimento, facilita a logística, além de reduzir o tempo de montagem em relação às caixas convencionais. Os tamanhos disponíveis se ajustam aos pallets usados no país e na Europa, adaptando a solução tanto para uso no mercado interno quanto para exportação. Segundo o designer Luiz Carlos Motta, que coordenou o trabalho, a intenção do INT, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é fazer a transferência da tecnologia para indústrias interessadas em produzir as embalagens. “Estamos trabalhando em parceria com indústrias de transformação e elas têm a preferência no licenciamento”, diz ele. O projeto contou com o apoio do Fundo Tecnológico (Funtec) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e foi feito em parceria com a unidade Embrapa Agroindústria de Alimentos, de Guaratiba (RJ), e do Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
© LEO RAMOS

Lata com fechamento Plus, da Brasilata: sucesso de venda com travamento mecânico e maior proteção do produto

Ética não se ensina na escola


A frase-título desta entrevista certamente provoca reflexão. E, sem dúvida, essa é uma característica marcante do psicanalista italiano, radicado no Brasil, Contardo Calligaris. Doutor em psicologia clínica, colunista de jornal e escritor, Calligaris dedica-se especialmente às questões da adolescência – fase da vida que dá nome a um de seus livros mais lidos e estudados -, justamente por considerá-la uma das mais potentes fontes de energia da atualidade.
Ética e sustentabilidade na educação de jovens e adolescentes foram temas da entrevista concedida à Ideia Sustentável, durante evento para educadores em São Paulo.
Ideia Sustentável – Na sua opinião, a educação de jovens e adolescentes tem levado em conta as questões de sustentabilidade?
Contardo Calligaris – Em algumas escolas que conheço – porque visitei, inclusive como palestrante, ou pelo contato com os pais – acho que no mínimo existe essa ambição. Mesmo no ensino público (sem generalizar), vejo que existe a preocupação de sensibilizar essa população – falo de até 12 anos, do Ensino Médio e até alunos menores – com a questão da sustentabilidade. Uma coisa que era totalmente fora do campo de interesse de uma criança da minha geração.
Lembro-me do primeiro Relatório do Clube de Roma (publicado em 1972 e intitulado de Os Limites do Crescimento, tornou-se o primeiro documento de repercussão sobre o tema entre cientistas e governantes. Também conhecido como Relatório Meadows, o estudo propunha crescimento econômico zero e influenciou, de maneira decisiva, o debate na Conferência de Estocolmo, realizada no mesmo ano, quando surgiu a primeira definição do termo sustentabilidade) – que, aliás, era excessivamente alarmista, porque carregava no tom de que o mundo iria acabar logo. Isso era recebido, no fundo, com uma certa dose de ceticismo. E, realmente, não entrava no currículo escolar de nenhuma maneira. Isso sensivelmente mudou. Você deve ter constatado uma enorme quantidade de crianças pequenas que são capazes, por exemplo, inclusive de fazer observações aos pais sobre condutas antiecológicas de qualquer tipo. Na minha época, no máximo, alguém poderia dizer: “Vamos apagar a luz porque não somos sócios da Light!” Mas, hoje, a preocupação existe porque a energia é questão de preservação do planeta.

Fonte: Portal Ideias Sustentáveis

A nova linguagem da sustentabilidade

Por John Elkington
Criador do conceito de triple bottom line e novo articulista de Ideia Sustentável, John Elkington escreve sobre educação e sustentabilidade
Um número crescente de pessoas no mundo dos negócios vem aprendendo a utilizar a nova linguagem e os conceitos da sustentabilidade. Enquanto alguns incorporam rapidamente, outros se complicam. Nesse sentido, uma pessoa que sabe exatamente o que está dizendo é Peter Bakker, presidente do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). Da maneira como o faz, ele consegue envolver mesmo as pessoas mais comuns do mundo corporativo.
“Comprar um Porsche é uma emoção” – eu o ouvi dizer recentemente. “Mas não chega a ser comparável à compra de seu primeiro Boeing 747” – algo que ele realizou enquanto CEO da empresa de logística TNT. O problema com o 747, porém, é sua enorme pegada de carbono, algo que Bakker só foi descobrir mais tarde. Ele contou essa história enquanto falava noworkshop interno que coorganizamos na sede da gigante companhia alimentícia Nestlé, em Vevey, na Suíça. O objetivo autodeclarado de Bakker era transformar o público no que chamou de “revolucionários do mercado”.
O WBCSD publicou seu ambicioso estudo Visão 2050, há alguns anos. Reconhecendo-se tanto a importância de sua agenda flexível como as dificuldades em levá-lo para o mainstream – ocentro dos debates -, um dos primeiros atos de Bakker, ao assumir a organização, foi iniciar os trabalhos para se criar uma versão mais atualizada e melhorada do estudo.
O objetivo é claro: chegar aos nove bilhões de pessoas no mundo, até meados do século – todas vivendo bem -, dentro dos limites planetários. Contudo, pressões de curto prazo, agravadas pela crise atual, conspiraram para atrasar o rumo do progresso. Esses desafios foram destacados na última rodada da pesquisa Riscos Globais, do Fórum Econômico Mundial.
Fonte: Portal Ideia Sustentável

terça-feira, 16 de julho de 2013

Por que a Sustentabilidade?

a magia do simples

Venho estudando o universo da sustentabilidade a pouco mais de 5 anos, e neste mundo cheio de descobertas e mistérios conheci muita gente interessante, apaixonada pelo tema e com grande sabedoria sobre este tema tão falado e pouco explicado.
Às vezes quando escuto falar em “triple boton line” os pilares da sustentabilidade, em minha mente vejo uma mesa redonda de três pés, tentando concluir que, se tivermos um peso maior em um dos lados, podemos imaginar que esta mesa cairá e vai levar tudo que está em cima...
Me perdoe os entendidos, mas para mim esta é minha visão, pois quando falamos em uma economia, cidade ou sociedade sustentável, imaginamos em um lado socialmente igual que leva a uma distribuição de renda justa e que haja um respeito ao meio ambiente, mas falar isto em um capitalismo selvagem, é quase falar aos jovens dos anos 80 que não poderia escutar “Legião Urbana”! já que esta banda inspirou toda uma juventude...
Assim, como faremos para resolver esta questão?!!! Iremos tentar impor uma nova forma de sociedade a esta altura do campeonato, visto que este time “capitalismo” está perdendo feio no torneio, ou iremos criar uma forma de adaptação deste novo modelo?!!! Mas como apresentar este novo modelo de economia, sem agredir ou mesmo transgredir as normas de um sistema consolidado e impregnado em nossa sociedade?
A resposta é simples, com a Sustentabilidade... precisamos não mais discutir, inventar ou transformar conceitos, precisamos sim aplicá-los e mostrá-los de forma simples, racional e rentável... Mas como falar em “rentabilidade” em um processo em que pensamos num tripé sócio-econômico-ambiental, pois, o social não dá lucro! O meio ambiente muito menos, e uma economia que vive de braços dados com estes pilares não deveria pensar em lucro, porém mais uma vez, a sustentabilidade nos surpreende e nos mostra que é possível ter lucro e que este lucro é muito bem aceito pela nossa sociedade.
Desta forma, posso dizer que, teremos uma missão muito árdua e longa, no entanto, contar com a participação de pessoas que entendem e compreendem a sustentabilidade me dá a certeza que teremos muito sucesso, pois quando amamos e nos dedicamos a uma causa, esta se torna um senso comum e fica mais próximo da sua realização.

Simone Siquieroli
Stakholder em Sustentabilidade
Gestora em Projetos
Presidente do Instituto Victorio Siquieroli